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Adam Lambert: jornalista fala sobre primeiro disco do Idol

via Yahoo! Music.

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Ok, queridos leitores, desculpem qualquer erro de digitação no post a seguir. Eu preciso ser desculpada, já que estou tão espantada depois de visitar os escritórios da 19 Entertainment e ter um preview secreto de três músicas do Adam Lambert de seu álbum superglamtástico e muito bem titulado, For Your Entertainment (será lançado em 23 de novembro). Meus dedos pintados com esmalte preto estão quase tremendo demais para digitar, mas ao mesmo tempo eu estou muito animada pelas bombas de glitter do áudio que explodiram diretamente insuspeitos nos meus canais auditivos, para esperar até que eu esteja completamente coerente para dividir meus pensamentos fúteis. Eu teria que esperar um bom tempo, de verdade.

Sim, a música é MUITO boa, gente. Era EXATAMENTE o eletro-extraterrestre que eu esperava e sonhava que seria. Vocês sabem como o ‘Glamerican Idol’ recentemente contou ao Entertainment Weekly que seu álbum soaria como ‘se uma cápsula do tempo dos anos 70 explodisse no espaço e você estivesse assistindo tudo por um filtro holográfico’? Bem, sim, isso resume muito bem; eu honestamente não sei se conseguiria superar essa definição. Talvez Adam devesse pegar o meu trabalho… se ele não estivesse tão ocupado re-inventando a roda pop, sendo fabuloso, fazendo planos para dominação mundial, ousando dançar no caminho da grandeza, etc.

Agora, eu sei que alguns fãs (inclusive eu, de alguma forma) foram pegos de surpresa por “Time For Miracles”, típico rock clássico, Aerosmithiano, uma poderosa balada para o filme 2012, que não parecia com toda aquela coisa espacial e holográfica, para ser honesta. Com certeza aquela música agradou principalmente a parcela de fãs do Adam que gostaram de suas apresentações, no Idol, com “Whole Lotta Love” do Led Zeppelin, “One” do U2, “Cryin” do Aerosmith e “Born to be Wild” do Steppenwolf, mas era dificilmente o ‘rock-pop-eletrônico para dançar’ excitante que o Adam prometeu.

Contudo, Adam é um homem complexo com uma múltipla personalidade musical, então eu posso contar a todos vocês, baseado nas três músicas que escutei, For Your Entertainment não parece em NADA, e eu digo em NADA MESMO, com “Time For Miracles”. Essas músicas bizarras, em toda sua maravilhosa cobertura de neon, espelhadas, de um futuro chocante, glória robótica, quase não soam como se tivessem sido gravadas pelo mesmo artista… exceto pelo fato de que a voz é inconfundível, é claro.

O tempo de milagres realmente chegou agora, e na feroz forma dessas faixas divulgadas:

“Entertainment” – A faixa título padrão e definidora da intenção, organizada por Dr. Luke (Katy Perry) e Claude Kelly (Britney Spears, Kelly Clarkson), Adam inicia esse estilo Rocky Horror de encontro a Robbie Williams, com a declaração audaciosa de: “Eu estou aqui para te entreter!” e ele não está brincando. Essa é uma música ultra-cafeinada para começar uma festa (imagine se Mika, Sam Sparro e Kevin Rudolf fizessem sexo a três que resultasse em um bebê alienígena brilhante… se você se atreve), e a música simplesmente está implorando para ser remixada por todo mundo desde Calvin Harris até os Neptunes até o Justice – mesmo já soando como um remix quente, como ela é.

“Winners” – Um pegajoso, sexy, rock libidinoso quase como um lamento, vocal quase orgásmico remanescente da apresentação divisora de águas de Adam – “Ring of Fire” – essa produção de Rob Cavallo, abre uma fenda no espaço como um ovodechocolatebranconoespaço para revelar um colossal, para levantar os braços, um coro de Gary-Glittery para cantar junto que parece retirado diretamente de “We Will Rock You 2: Boogaloo elétrico”. Então eu acho que Brian May vai ficar impressionado com esse trabalho de mestre. Um campeão, de fato.

“Music Again” – Okay, essa é a música, também produzida por Rob Cavallo, principal responsável pela minha falta momentânea de compostura. O minuto que essa glamourosa faixa força seu caminho pelas caixas de som da 19 Entertainment, foi tão quente que eu imediatamente fui reduzida a uma poça de spandex e delineador. Um coro com uma gangue de falsettos como algo retirado de cenas de Sweet, rajadas de riffs de guitarra, batidas “Funkytown”… minha cabeça estava explodindo neste momento, mas eu me empenhei em segurar meu crânio e me virar para um empregado da 19 e fazer piada dizendo, “Isso soa como the Darkness, se the Darkness fosse remixado”. Ao que o empregado respondeu: “É engraçado você dizer isso, porque essa música foi escrita por (lendário e icônico vocalista do the Darkness) Justin Hawkins, e é o Justin na guitarra”.

Por favor, leia a frase acima de perto, gente, e permita o peso total dessa maravilha afundar. Adam Lambert + Justin Hawkins. ADAM LAMBERT + JUSTIN HAWKINS! Melhor. Colaboração. De Todas. Justamente, dois dos deuses do rock com vocais mais elásticos dos últimos 10 anos, dois dos únicos defensores da chama glam-rock, juntos finalmente. Como um incansável fã do Darkness, eu ainda acredito em uma coisa chamada amor… e eu amei tanto essa música que nesse ponto da sessão, o que sobrou da minha pobre cabeça pulsante explodiu, e cacos do meu crânio oco voaram em todas as direções do escritório da 19 como os restos de uma piñata estourada. Eu me desculpo com a equipe de limpeza do escritório da 19. Mas hey, eu não pude me conter. Deixe me afirmar isso de novo para ficar claro: Adam Lambert + Justin Hawkins. Um dueto destruidor de crânios como esse até merece uma mistura de nomes: Hawkbert. Ou talvez Lamkins. Siiiiiiiiiiiiiiiiiim.

Agradecimentos ao site Adam Lambert Brasil pela tradução da matéria.