BlakeLewis.News3

ENTREVISTA EXCLUSIVA – BLAKE LEWIS

Ele foi o segundo colocado da 6ª temporada do American Idol. Com 28 anos, Blake Lewis nasceu em 21/07/1981 e é natural da cidade de Bothell, no estado de Washington. Blake impressionou a todos, primeiramente por seu talento como beatboxer, mas semana após semana provou que seus talentos vão além de reproduzir batidas e instrumentos com sua boca.

Seu primeiro álbum foi lançado em 2007, Audio Day Dream, teve a música “Break Anotha” como carro-chefe. Em 2009, Blake lançou seu segundo CD – Heartbreak On Vinyl. A primeira música desse seu novo trabalho se chama “Sad Song”. Atualmente, Blake trabalha o segundo single, a canção de mesmo nome do álbum.

American Idol Brasil: Vamos começar com uma pergunta clássica para todos que vivem fora dos Estados Unidos: você conhece o Brasil? Qual a primeira coisa que vem a sua cabeça quando você ouve sobre o nosso país?
Blake Lewis: Eu acho o Brasil um país muito bonito com pessoas lindas e uma excelente música.

AIBR: Você conhece alguma música brasileira ou artista em particular?
BL: Só conheço o jazz brasileiro, mas não sei nome de nenhum artista. Quando eu estava na rádio Pandora buscava constantemente música de outros países e culturas.

AIBR: Quando você começou a praticar beatboxing e quem o inspirou a fazê-lo?
BL: Sempre fiz beatboxing sem mesmo saber que eu estava fazendo e como se chamava. Eu vi um grupo fazendo beatboxing a capela chamado M-Pact, em Seattle. Mathew Selby, um dos caras do grupo me abriu os olhos.  Lembro que vi um episódio do South Park, que coincidentemente foi ao ar naquela semana e comecei a imitar os personagens com o Matt. Nos tornamos amigos e começamos a praticar todos os dias.

AIBR: Você trabalhou com um dos mais requisitados produtores da atualidade que é o Ryan Tedder (OneRepublic). Tem alguém na indústria da música que você gostaria de trabalhar, mas não teve chance?
BL: Há tantos artistas e produtores que eu gostaria de trabalhar. U2, Sting, Jill Scott, Jamie Lidell… a lista é enorme! Eu gosto de me unir com outros artistas e apenas brincar de fazer música. Eu tenho um background de jazz e uma das características é apenas aquela de sentar com a banda e criar.

AIBR: Quais são as pessoas envolvidas no seu novo álbum, Heartbreak On Vinyl?
BL: Rodney Jerkins (Britney Spears, Lady Gaga), Dave Aude (Pussycat Dolls), Sam & Sluggo, Devils Gun from the UK, Carl Ryden from Sweden, KJ Sawka, Peter Zizzo e Jean Baptiste.

AIBR: Por que o nome Heartbreak On Vinyl?
BL: O título faz referência a uma loja de cds indies que já não existe mais. Isso partiu meu coração e achei que seria um título perfeito para um álbum. Eu saí de um dos maiores relacionamentos da minha vida e quando acabamos, tinha muitos sentimentos para traduzir em músicas.

AIBR: No seu álbum de estreia, Audio Day Dream, a gente percebe uma forte influência dos anos 80. Qual a diferença de do primeiro trabalho para Heartbreak On Vinyl?
BL: Os anos 80 sempre tiveram grande influência na minha música porque era isso o que eu ouvia quando adolescente. Com este novo álbum eu queria escrever músicas inspiradas na minha vida pessoal e produzir algo engraçado e diferente. Este álbum, desde o início, teve uma energia maravilhosa.

AIBR: Em entrevistas anteriores você disse que fez em Heartbreak On Vinyl o que não conseguiu no Audio Day Dream. O que exatamente você não fez no seu primeiro álbum de estúdio?
BL: A Arista não me deu controle criativo. Eles sempre se metiam onde não deviam. Todo o processo do Heartbreak On Vinyl foi criado por mim. Do começo ao fim.

AIBR: Depois de três anos da final do American Idol, qual a maior diferença que você nota em você, artisticamente falando?
BL: Eu aprendi muito sobre produção e composição de músicas. Hoje faço isso muito melhor do que antes do programa.

AIBR: Além do álbum o que mais podemos esperar do Blake Lewis em 2010?
BL: Pretendo fazer muitos shows e até mesmo um novo álbum. Já comecei a produção com vários artistas de Seattle.

AIBR: Você foi um dos primeiros artistas a realmente modificar as músicas para se encaixarem no seu próprio estilo. Você acha que conseguiu demonstrar isso durante o programa? E como você encara os comentários quando Daughtry, Kris Allen e outros Idols também cantaram músicas de arranjos diferentes, mas feito por outros artistas?
BL: No American Idol, eu realmente consegui encaixar meu arranjo e meu estilo pessoal. Fiz tudo sozinho. Acho que os americanos responderam às minhas idéias. Eu ficava extremamente feliz em fazer música semana após semana. O Daughtry, Cook e Kris Allen utilizaram arranjos feitos por outras pessoas. Eu vejo o American Idol mais como uma competição de remix.

AIBR: Muitas pessoas não sabem, mas você ajuda a uma instituição que cuida de crianças com câncer.
BL: A idéia começou quando eu ainda estava no American Idol. Minhas fãs começaram uma campanha para um hospital infantil. Meu melhor amigo e a namorada dele foram diagnosticados com um câncer logo após o término do American Idol. Eu quis ajudá-los. Eu tento me envolver bastante com a causa. Na minha família, várias pessoas morreram de câncer. Eu mesmo tive princípio de melanoma quando eu era criança. Então é importante para mim.

AIBR: Você adora levar sua própria câmera e gravar as suas aparições na televisão. Qual foi a situação mais bizarra que você já gravou?
BL: Foi uma no CheeseCake Factory, em Hollywood. Uma garota pulou em cima de mim. Vários participantes do programa estavam lá. Foi engraçado.

Nós agradecemos Blake Lewis pela entrevista e fiquem ligados no American Idol Brasil que novas entrevistas virão! Quer mandar alguma sugestão? Escreva pra gente: idolsnews@americanidolbrasil.com