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David Cook sobre a vida pós-Idol: Não é uma ‘vida normal’

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David Cook ficou surpreso ao saber que ele comprou um anel de compromisso para uma pessoa. Ele ficou surpreso, porque isso nunca aconteceu. “Um tablóide disse que eu estava numa joalheria, escolhendo um anel”, ele disse em uma entrevista telefônica. “Eu nunca sequer fui a uma joalheria. De onde eles tiram essas coisas? Eu saí com mais gente do que sei no ano passado”, ele brincou. “É estressante quando minha mãe me liga e diz ‘Você não me contou que está com fulana e cicrana’. E eu digo ‘Mãe, eu não estou!’”

Ele gostaria que o foco fosse sua música. Em Novembro de 2008, ele lançou seu disco de estreia, autointitulado. Dois meses depois, o disco recebeu certificado de Platina (mais de um milhão de cópias vendidas). Os dois primeiros singles, “Light On” e “Come Back To Me”, alcançaram a 4ª e 6ª posição, respectivamente, na Top 40 da Billboard. Em turnê, Cook alcançou a marca de 100 shows dia 14 de Agosto, em Knoxville, Tenn.

“Estou animado de ver que tudo parece estar indo na direção correta”, ele disse. “Eu toco com alguns dos mesmos caras com quem toquei antes (do Idol), em bares, quando ninguém prestava a menor atenção. Eles são maravilhosos e é reconfortante — realmente, parece que era para ser — tê-los comigo, me ajudando a navegar nessa coisa do 0 a 60.”

Foi apenas no 25º ano de sua vida que as coisas aceleraram. Cook tinha 12 quando ele ganhou sua primeira Fender Stratocaster e aprendeu dedilhar enquanto aparecia em vários musicais e produções teatrais escolares. Em 2006, ele se formou em Design Gráfico pela Universidade Central de Missouri, e então se mudou para Tulsa, em Oklahoma, onde tentou viver sendo músico.

Era outono de 2007 quando Cook acompanhou seu irmão mais novo, Andrew, a um teste do American Idol em Nebraska. Quando seu irmão não foi escolhido para a rodada de Hollywood, ele experimentou o encorajamento de sua família. Notado pelo estilo incomparável de sua música, Cook triunfou como o vencedor da 7ª temporada, derrotando o adolescente e vice-campeão David Archuleta.

Desde seu momento de glória, Cook tem lidado com uma onda de fama que, nem de longe, o consumiu. No entanto, há dias que são mais turbulentos do que outros. “Não é uma vida normal”, diz o cantor. “97% (da fama) é absurdo, então eu tento me divertir com isso. Amo trabalhar com música.” Em metade do tempo, Cook vai ao shopping para fazer compras como anônimo. E na outra metade do tempo? “Se alguém me reconhece, estou dentro, estou trabalhando”, ele disse. “É acertar ou perder.”

Um dos lados da fama tem os paparazzi o seguindo e pessoas revirando seu lixo, mas também tem um lado positivo. Desde 2 de Maio, quando seu irmão mais velho, Adam, faleceu de câncer, os fãs de Cook têm arrecadado mais de 130 mil dólares para pesquisas sobre o câncer cerebral. Ele aumentou o número, doando, por exemplo, todos os lucros dos downloads do iTunes de sua apresentação de “Permanent” na final do American Idol 2009 para a Accelerate Brain Cancer Cure. Então ele e seus fãs estão dando a esta íntima causa pessoal “relevância para minha carreira musical”, confessa Cook. “É fácil subir no palco toda noite e fazer música. Não estou preocupado com o meu legado — estou mais preocupado com o legado de Adam.”

Agradecimentos para a equipe do site David Cook Brasil pela tradução.
Matéria original publicada no MLive.Com.