S13E24

American Idol XIII: S13E24 – Top 8 Performances

IdolTop8Nesta Quarta (02/04) às 21h na FOX dos Estados Unidos, tivemos as apresentações do TOP 8 do American Idol XIII, sob o comando do veterano Ryan Seacrest e com Keith Urban, Jennifer Lopez e Harry Connick Jr no painel de jurados desta edição.

O tema das performances desta semana no programa é “Back to the Start (First Audition)“, ou seja, os candidatos deverão cantar novamente as canções que eles interpretaram nas suas respectivas audições. E durante e ao término das apresentações, os finalistas do programa serão julgados pelo público presente na platéia e em casa, que votam na internet e por telefone para deixarem seus favoritos no show. O resultado da votação será anunciado na noite desta Quinta (03/04), quando um dos participantes deixará a competição. Pra quem vai sua torcida?

Deixem suas opiniões e aproveitem para ver (e rever) os principais momentos do show nos players abaixo! Quem vai ser eliminado? Quem serão os finalistas? Quem será o novo American Idol? Venha acompanhar conosco toda jornada em busca de uma nova estrela, seguindo nossos perfis no Twitter (@AmericanIdolBR) e no Facebook (facebook.com/AmericanIdolBR). Lá, estaremos divulgando os links que transmitem o show, além de poder conversar com outros fãs do programa. THIS IS AMERICAN IDOL!!!

MELHORES MOMENTOS

Jessica Meuse – Blue-Eyed Lie

Tiagão: Gostei da música e acabou sendo um dos melhores momentos dela até aqui. Não tenho mais expectativa de ver baixar o espírito espevitado da Skylar Laine nela. Será sempre essas apresentações lineares sem nada surpreendente. Dentro do que ela vem se propondo, essa apresentação foi a melhor.
Maira: Acredito que tenha sido uma das apresentações mais consistentes da Jessica nos live shows. A voz dela soou muito bem e combinou com a música, que é ótima, por sinal. O staging também estava legal e foi bom ver a Jessica acertando com um música mais agitada. A única coisa que senti falta foi uma melhor presença de palco da parte dela.
Laura: Devo dizer que adorei essa música, a letra é interessante, tem força e combina com ela. Esse tema é perigoso porque tem gente que sempre erra nas músicas de audição… Mas não é o caso. Mas a apresentação sofre de uma certa linearidade, costuma faltar um impacto nas coisas que a Jessica canta. Mas ela foi correta – mas odiei a roupa.
Rich: No começo estranhei, mas foi a banda entrar que tudo ficou melhor e a Jessica acabou fazendo uma performance bem legal e confortável para ela, até o vestido ficou bonitinho nela. Não é uma música que dê para mostrar muito potencial, mas fez tudo direitinho.

C.J. Harris – Soul Shine

Tiagão: A música foi bem escolhida e isso acabou salvando em partes sua apresentação. Continua sendo cantor de bar, continua exagerando nos ataques das notas. Não apresenta em momento algum variações em suas apresentações. É sempre essa voz arranhada exagerada. Pelo menos a música escolhida essa semana foi boa.
Maira: Você assiste essa apresentação e não pode deixar de se perguntar o que essa criatura ainda está fazendo nos lives. Não tem absolutamente nenhum diferencial como cantor ou como artista. Mais inacreditável ainda é como essa pessoa consegue ser ovacionada. Enfim, a música combinou com o timbre dele, mas a forma como ele interpreta, inclusive as escolhas vocais que executa, sempre me parecem muito forçadas, sem contar que não vejo nenhum star quality nele.
Laura: A música é boa pra ele, permite explorar o vocal… Mas volta pro bar CJ!! Completamente genérico e sem graça, não é artista, não é especialmente versátil – e nem tensa ser. Não tá fácil.
Rich: Não foi tão ruim quanto o esperado, fez algo quase aceitável, mas está longe de chegar no nível de outros participantes como a Jena, Alex, Caleb e Malaya. Como já caiu no bottom, tá na hora de ser eliminado, de nada.

Jena Irene & Alex Preston – Just Give Me a Reason

Tiagão: Souberam escolher uma música adequada para ambos, mas Alex ficou claramente intimidado pela presença da Jena. Só foi se encontrar quando as duas vozes se encontraram. Foi um dueto legal dentro das possibilidades da música. Porque é aquela coisa: é música da Pink, é difícil.
Maira: Ótima escolha de música pros dois, bastante apropriadas para os timbres de ambos. E, embora Alex não fosse a pessoa com quem eu imaginaria Jena fazendo dueto, acredito que tenha funcionado razoavelmente. As coisas que me incomodaram foram o fato de terem ficado sentados (provavelmente para disfarçar a ausência do violão de Alex), ele sendo incapaz de manter contato visual com ela e o figurino que deram pra garota. Ainda assim, foi um bom dueto.
Laura: Tenho mil problemas com duetos no Idol, mas esse até que não foi ofensivo… talvez por justamente a música ser um dueto. Percebi que Jena se esforçou pra controlar o vocal e deixar ele acompanhando ela, além de tentar a todo momento manter uma conexão de palco – coisa que é sempre mais difícil pra ele, que não sabia muito pra onde olhar. Não é uma disputa, mas ela foi superior e os primeiros versos foram tão fortes que eu torci para ter uma versão solo de Jena da música.
Rich: Mas que coisa é essa com o cabelo do Alex? Bem, falando nele o cantor demonstrou um leve desconforto e a Jena tomou conta sozinha da performance, e como a Laura disse, a Jena tentou controlar o vocal para não ofuscá-lo, já que ela >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> ele, fácil! Ficou bem legalzinho, mesmo não gostando dessa divisão da música, nem de como o retorno do áudio estava.

Sam Woolf – Lego House

Tiagão: O começo foi legal, mas eu sinceramente não achei essa música favorável pra ele. Ele demonstrou estar meio perdido, nervoso e totalmente desligado do que estava cantando. Essa musica tem umas variações bacanas, mas na voz do Sam ficou tudo linear e sem graça. Dentro do arroz com feijão que ele vem fazendo na competição, esse foi o mais sem sal.
Maira: É uma boa música pra ele, mas confesso que depois de toda a trajetória do Sam no programa mostrando tanta unilateralidade como artista, minha predisposição é percebê-lo sempre como um cantor de covers mediano, já que nunca toma nenhuma música para si e quase toda semana executa da mesma coisa. Enfim, foi gostosinha de se escutar, mas em minha opinião está abaixo do que uma apresentação de live deveria ser: algo que te empolgue, emocione ou surpreenda.
Laura: Qual é a desse palco? Que stage estranho. De qualquer forma, eu até achei isso muito agradável, ele tentou imprimir um estilo com algumas mudanças vocais – mas ele precisa fazer mais disso se quer se diferenciar – já que Alex pegou todo o lado: sou um músico pra ele. Não amei, mas gostei mais que em outras semanas e até achei ele melhor no palco.
Rich: Ufa, pensei que essa apresentação seria acústica até o final, não teria paciência para um programa e um candidato que não utiliza todos os recursos disponsíveis para fazer algo mais “chamativo”. No final das contas essa performance foi até gostosinha de ouvir, mas não foi o melhor que o Sam sabe fazer.

Caleb Johnson & Jessica Meuse – Stop Draggin’ My Heart Around

Tiagão: Dentro das limitações da Jéssica, até que ela se soltou um pouco. Caleb até tentou tirar um algo mais dela, mas não da. A menina nasceu pra ser planta country rock. Vocalmente o dueto foi bom, Caleb com ótimos vocais de sempre e Jessica mostrando que pode cantar um pouco mais do que vem mostrando nas apresentações solos.
Maira: Confesso que estava torcendo fervorosamente pelo dueto Caleb/Jena, mas as vozes dos dois funcionaram até melhor do que eu imaginaria. No palco, acredito que Caleb se portou melhor do que Jessica (até porque ele tem mais prática nisso..rs), mas ela até que se soltou. Não acho que estavam totalmente conectado, mas no geral conseguiram produzir um dueto sólido.
Laura: Assisti essa apresentação já na depressão porque não era um duelo de gritos entre Caleb e Jena. Eles sofrem do mesmo problema do dueto anterior, um deles tem muito mais presença de palco e o outro parece um tanto perdido… nesse caso o Caleb tentava olhar e engajar a Jessica pra seguir a intensidade dele e – enquanto não foi perfeito – até que fez uma diferença. E os vocais foram muito bons.
Rich: Todo mundo queria Jena e Caleb, mas a produção deve ter notado que eles humilhariam os outros seis, aí resolveu separar né? Hahaha Mas oh, não foi um dueto de se jogar fora, mesmo o Caleb tendo que fazer a Jena e se controlar :)

Malaya Watson – Ain’t No Way

Tiagão: Malayão é aquele tipo de pessoa que a gente adoraria ser amigo. Um delícia. Falando da apresentação: achei brega, Raul Gil, datado, exagerado. Gosto desse gênero de música, mas desde que ele seja bem cantando e interpretado. Interpretação teatral demais, exagerada. Ela passa dos limites. É uma boa cantora, mas que ainda precisa ser muito, mas muito lapidada.
Maira: Mais uma pra sessão diva batida de Malaya. A essa altura, penso que já sei exatamente o que esperar de todas as apresentações dela, o que é um grande problema.É muito claro que sua voz ainda está amadurecendo, bem como ela mesma enquanto artista. Nessa apresentação, ela soube controlar os vocais em alguns momentos, mas em outros foi pura gritaria e tudo com direito a muitas caretas..rs. É interessante que ela pode se tornar uma boa interprete, mas precisar trabalhar aí nessas caretas. Vejo muito potencial nela se bem trabalhada, porque é carismática, tem presença de palco e voz, mas ainda acho que está muito verde pro AI.
Laura: Não to me conformando com essa roupa pra essa música. Eu adoro a Malaya, ela tem muita personalidade e é uma graça de menina – essa roupa é bem perfeita pra ela. Ai vem a música e nada combina. Essas coisas me distraem muito na performance, porque preciso do todo funcionando. Até acho que ela tem conseguido se controlar melhor, mas tem momentos que ela não se aguenta e a gente só ve os exageros – não só vocais mas de interpretação também. Não dó que ela está sentindo, mas do que acha que precisa sentir na música.
Rich: Tem que ter voz e se garantir muito para dar conta de “Ain’t No Way”, ela é uma música que precisa ser gritada e de maneira correta, já que é muito forte e a Malaya como não tem toda uma preparação – ainda, não consegue dar conta de tudo, mesmo assim foi boa (já ouvi a versão em estúdio e confesso que esperava mais berros =/). OBS: JLo já demonstrando que se a Malaya sair na Quinta ela usa o “save” e força os outros jurados a usarem.

Dexter Roberts – One Mississippi

Tiagão: Me matem, mas eu gostei dessa apresentação do Dexter. Primeira vez que senti ele conectado com o que estava cantando. A música casou muito bem com o timbre de voz dele, que ficou muito agradável. Senti um 01% de originalidade ai. Já é alguma coisa se comparado aos lives anteriores.
Maira: Não gosto do Dexter. Tendo desabafado isso, posso dizer que acredito que essa tenha sido a melhor apresentação dele no programa. Emocionalmente, ele se conectou bem com a música e mesmo tendo uma voz genérica, seu timbre soou muito bem aqui. E, talvez, por ser diferente do que ele fez até aqui no programa, tenha me prendido tanto.
Laura: Acho que ele foi inteligente no estilo dessa performance, ela se difere bastante do que ele tem feito e ele já pode falar que tentou ser versátil. Ainda não aguento olhar pra cara dele sem pensar que ele deveria estar num bar no meio dos EUA e não me obrigando a vê-lo na tv toda semana, mas não estou ofendida. Mas o título dessa música só me remeteu a Ross, de Friends.
Rich: Já foi melhor do que as outras performances que fez nos lives até agora, então saiu na vantagem, só não conseguiu mudar a impressão de que ainda é um dos candidatos que devem ser eliminados logo, antes que sobre para Jena ou Caleb :’( Para quem gosta de música assim, foi um prato cheio.

Malaya Watson & Sam Woolf – Lucky

Tiagão: Vem Malayão, me abraça. Eu aceito esse seu jeito exagerado, já que não tem jeito. Olha, foi o momento VA da noite. Ele completamente deslocado e ela toda se querendo fazendo a inocente. Quem foi que dividiu esses duetos mesmo? Pode mandar matar.
Maira: Fique curiosa com o pareamento e mais ainda com a música, que é apropriada para Sam, mas completamente WTF pra Malaya. Ri muito, mas muito, mas muito mesmo durante a apresentação com a interpretação de Malaya intimidando o Sam, acho que ele estava quero rir também, hein. As partes do dois cantando ao mesmo tempo foram um desastre completo. A coisa mais awkward, inconfortável e risivel que assisti nessa temporada.
Laura: Gente, o que foi isso? Malaya tava parecendo que estava num filme adolescente em que ela é a theater nerd apaixonada pelo garoto cool mais bonito da escola. Isso me deu vergonha alheia. Eles pareciam muito desconfortáveis porque alguem mandou que fossem fofos e ficassem se fazendo de apaixonadinhos pra combinar com a música. E o vocal foi horrível, Malaya tava especialmente exagerada nas caras e bocas, Sam parecia que queria se esconder… Péssimo.
Rich: Música totalmente para o Sam, tanto que as partes dele sozinho foram as melhores, já que a Malaya não faz a linha que cantaria essa música. Os dois juntos não funcionaram e ficou muito estranho de ver e ouvir, o que é uma pena já que poderia ter saído coisa boa daí.

Jena Irene – Rolling In The Deep

Tiagão: De todas as músicas da lista, essa sem dúvida seria a mais difícil de cantar. Adele deixa sua marcar em todos os seus trabalhos e essa música já foi tão cantada nos programas, que fazer algo diferente seria praticamente impossível. Eu disse seria, pois a Jena conseguiu e muito bem. O arranjo foi muito inteligente, foi incrível. A apresentação veio em uma crescente e chegou no final com Jenão despejando todo o seu poder vocal. A candidata que mais evoluiu até aqui e não aceito menos que um top 3 pra ela.
Maira: OMFG!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! TE AMO, JENA IRENE! Apresentação mais fantástica que assisti na temporada inteira! E direi o porquê… pegou uma das músicas mais escutadas e batidas de realities (e da vida), que por sinal é ADELE CARD (então a gente já escuta com ressalvas) e fez uma versão genial, interpretou lindamente, mostando how it’s done bitches. Azinimiga chora no chão!rs Performance que veio apenas coroar a trajetória crescente e empolgante de Jena na competição. Vem gente, quero todos fazendo prayer circle pra Jena na final!
Laura: Jena tá lá tentando me fazer amá-la cada vez mais. E ta conseguindo. Essa performance foi extremamente inteligente. Foi genial! Essa é uma das músicas mais cantadas em realitys e todo mundo está cansado de ouvir… Mas ela conseguiu renovar a música, trazer uma coisa nova e diferente e que te prende na performance. Ela começa num arranjo mais lento e eu já achando que seria apenas isso e já tava lindo… ai BOOM, vou continuar sambando na tua cara mudando todas as sua expectativas. Jena é o tipo de candidato que dá gosto de ver no programa, aquele tipo que nunca estaciona, que está sempre tentando trazer algo novo e aproveitar pra mostrar tudo que pode no programa. Ela não tem medo de arriscar e isso já a coloca em outro patamar.
Rich: OMG, ARRASOU! O que foi esse final que cresceu e deu um “BOOOOM” na cara? :O Jena já teria um perigo de ter o ADELE CARD da audição repetido agora, mas soube contornar isso muito bem, tô muito contente que quando ela se encontrou na competição não vacilou mais \o/

C.J. Harris & Dexter Roberts – Alright

Tiagão: Olha, cadê Rosa e Rosinha, Tônico e Tinoco, Jean e Giovane, Pepê e Nenem, Pirilanpo e Saracura? Qualquer coisa, menos escutar esses dois juntos.
Maira: Achei esse pareamento ofensivo e feito de forma proposital pra gente pular na hora que tá assistindo o programa (e eu pularia sem pensar duas vezes, se não fosse obrigada a comentar isso aqui.. tsc). As partes em que cantaram juntos foi péssima, harmonia manda beijos. Os timbres dos dois não combinaram absolutamente em nada. Enfim… eles já são fracos sozinhos, um só destacou a mediocridade do outro.
Laura: Mas que bela ideia, vamos colocar os dois cantores de bar juntos. Um dueto da middle america. Não foi muito bom e eles não souberam harmonizar… Mas né, não esperava nada disso aí e queria meus minutos de volta.
Rich: Colocaram os dois juntos logo depois da Jena para ser um “Olha aí América, temos essas duas opções de eliminações, se deliciem escolhendo um para sair nesta Quinta e outro na próxima”. O que esperar de um dueto de dois candidatos fracos? Algo fraco! E tivemos.

Caleb Johnson – Chain of Fools

Tiagão: Que arranjo delicioso. Caleb é aquele candidato que não fica na sua zona de conforto, sempre tenta apresentar algo diferente. Sem contar que, diferente de Malayão que só aumenta seu nível de exagero, ele vem sendo mais contido e focado a cada semana. Outra boa apresentação que demonstra a versatilidade que ele tem. Já cantou Adele, Gaga, Aretha. Se semana que vem cantar Britney vira o favorito da Laura rsrs.
Maira: Voltou praquela vibe 80’s rocker que nós tanto pedimos pra ele deixar, né?! Mas vou dar um desconto porque tinha que repetir a música da audição. Em seu favor, direi que ele está bem mais controlado agora, o que já é consequência da evolução que sofreu ao longo do programa. Outra coisa a se destacar é o arranjo da música, que ficou realmente excelente pra ele. E concordo com o Tiago, Caleb tem se mostrado bastante versátil, o que é ótimo pra ele e pro programa.
Laura: Agora que parei de reclamar da naftalina do Caleb e to no momento ainda bem que você está nesse programa, eu devo dizer que amei esse arranjo. Além de deixar a música perfeita pra ele, foi tão interessante e deixou a performance muito envolvente. Adoro o vocal, a presença dele, essa necessidade de fazer tudo um espetáculo. Obrigada por tentar sempre ser interessante.
Rich: Arranjo combinou muito para o Caleb, ficou uma música de DIVA sem precisar ser uma no palco, pegou o nível baixo que o dueto anterior deixou e soube levantar. Não gosto do Caleb com as palhaçadas dele, mas enquanto cantor, ele é muito bom e necessário para o bem do programa.

Alex Preston – Fairytales

Tiagão: Enquanto de um lado temos Caleb sempre trazendo algo diferente, do outro temos Alex caindo no limbo da mesmice. A música não é nenhuma maravilhava e apenas complementou a caminhada regular que ele vem tendo até aqui. Mais uma vez foi correto, assim como em todas as semanas. Não tem nem como criticar isso, é mérito dele e de suas escolhas tradicionais.
Maira: Música original é um negócio complicado de avaliar. Pessoalmente, não me cativou e não tenho nenhuma vontade de escutar de novo. Para ele, acho que também não foi muito vantajoso, já que o seu ponto forte tem sido rearranjar e reinterpretar músicas bem conhecidas de modo “original”. O que está ficando mais claro é que talvez essa originalidade toda seja um tanto quanto limitada, já que a impressão é que ele muda as músicas, mas elas acabam soando meio parecidas umas com as outras. Ainda acredito que ele seja um candidato muito forte e consistente, mas terá que se esforçar para voltar a surpreender.
Laura: Não posso dizer que a letra dessa música me surpreende, ela grita o que eu esperaria do Alex musical… Não acho especialmente boa ou interessante. Não é algo que quero escutar logo depois. Continuo achando que o Alex precisa expandir mais suas performances, apresentar outras coisas – mas o tema dessa semana não permitia. Acho que ele foi correto e acabou preso na música pequena.
Rich: Cantar música original as vezes é uma boa saída já que não temos como comparar com outras versões e acaba não atraindo algo tanto negativo. Essa música é completamente “igual” a tantas outras que temos por aí nesse estilo, me lembrou umas levadas meio Gavin DeGraw, foi o arroz com feijão para ser bom, então né?